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Quem trabalha no ecossistema de startups já percebeu que encontros presenciais geram um tipo diferente de conexão.
Muitas vezes, participamos de um evento pela programação, mas o que permanece é o que acontece ao redor dela: uma conversa no intervalo, uma apresentação inesperada ou o reencontro com alguém que não víamos há algum tempo.
Na WOW, entendemos que esses momentos não são apenas uma consequência positiva dos eventos. Eles são parte importante da construção de uma comunidade.
Uma comunidade não se forma somente porque pessoas compartilham interesses ou fazem parte do mesmo grupo. Ela se fortalece quando seus membros criam relações de confiança, acompanham a trajetória uns dos outros e percebem que existe valor em continuar presentes.
Os encontros presenciais ajudam a tornar isso possível.
Eles abrem espaço para novas conexões, aproximando founders, investidores, parceiros e profissionais com experiências diferentes. Mas também permitem reencontrar quem já faz parte da rede, continuar conversas e aprofundar relações que dificilmente seriam construídas em uma única interação.
Nem toda conexão relevante começa em uma reunião marcada. E nem toda oportunidade aparece no primeiro encontro.
Muitas vezes, a proximidade surge aos poucos: alguém que conhecemos em um evento, reencontramos alguns meses depois e passamos a acompanhar com mais atenção. É essa recorrência que transforma contatos em relações, e uma rede de pessoas em uma comunidade.
Por aqui, o presencial faz parte da maneira como buscamos fortalecer nossa comunidade ao longo do ano.
O Community Meetup, realizado anualmente em São Paulo, reúne a comunidade da WOW para um dia inteiro de painéis, conversas e trocas. O conteúdo faz parte da experiência, mas o encontro também cria tempo e espaço para que investidores e founders se conheçam melhor e construam novas relações.
Também aproveitamos alguns dos principais eventos de inovação do calendário brasileiro, como South Summit Brazil, Web Summit Rio e Startup Summit, para organizar side events. Esses encontros menores permitem reunir a comunidade em diferentes cidades e aproveitar momentos em que boa parte do ecossistema já está presente.
Dentro do programa de aceleração, os encontros presenciais cumprem uma função semelhante. Além do conhecimento compartilhado, eles ajudam os founders a se reconhecerem como parte de um grupo que enfrenta desafios parecidos e que pode continuar trocando experiências mesmo depois do encerramento do programa.
Esse sentimento de pertencimento não é criado por uma única grande experiência. Ele é construído pela repetição dos encontros e pela continuidade das relações.
O virtual é fundamental para manter a proximidade, compartilhar conhecimento e conectar uma rede espalhada por diferentes lugares. Mas existem relações que ganham outra profundidade quando as pessoas dividem o mesmo espaço, retomam conversas e vivem experiências em conjunto.
Buscamos criar oportunidades para que elas se reconheçam como parte de uma mesma comunidade, e tenham vontade de continuar contribuindo para ela. Porque uma comunidade forte não é aquela que apenas se encontra. É aquela que, a cada encontro, fortalece os motivos para continuar unida.
Quem trabalha no ecossistema de startups já percebeu que encontros presenciais geram um tipo diferente de conexão.
Muitas vezes, participamos de um evento pela programação, mas o que permanece é o que acontece ao redor dela: uma conversa no intervalo, uma apresentação inesperada ou o reencontro com alguém que não víamos há algum tempo.
Na WOW, entendemos que esses momentos não são apenas uma consequência positiva dos eventos. Eles são parte importante da construção de uma comunidade.
Uma comunidade não se forma somente porque pessoas compartilham interesses ou fazem parte do mesmo grupo. Ela se fortalece quando seus membros criam relações de confiança, acompanham a trajetória uns dos outros e percebem que existe valor em continuar presentes.
Os encontros presenciais ajudam a tornar isso possível.
Eles abrem espaço para novas conexões, aproximando founders, investidores, parceiros e profissionais com experiências diferentes. Mas também permitem reencontrar quem já faz parte da rede, continuar conversas e aprofundar relações que dificilmente seriam construídas em uma única interação.
Nem toda conexão relevante começa em uma reunião marcada. E nem toda oportunidade aparece no primeiro encontro.
Muitas vezes, a proximidade surge aos poucos: alguém que conhecemos em um evento, reencontramos alguns meses depois e passamos a acompanhar com mais atenção. É essa recorrência que transforma contatos em relações, e uma rede de pessoas em uma comunidade.
Por aqui, o presencial faz parte da maneira como buscamos fortalecer nossa comunidade ao longo do ano.
O Community Meetup, realizado anualmente em São Paulo, reúne a comunidade da WOW para um dia inteiro de painéis, conversas e trocas. O conteúdo faz parte da experiência, mas o encontro também cria tempo e espaço para que investidores e founders se conheçam melhor e construam novas relações.
Também aproveitamos alguns dos principais eventos de inovação do calendário brasileiro, como South Summit Brazil, Web Summit Rio e Startup Summit, para organizar side events. Esses encontros menores permitem reunir a comunidade em diferentes cidades e aproveitar momentos em que boa parte do ecossistema já está presente.
Dentro do programa de aceleração, os encontros presenciais cumprem uma função semelhante. Além do conhecimento compartilhado, eles ajudam os founders a se reconhecerem como parte de um grupo que enfrenta desafios parecidos e que pode continuar trocando experiências mesmo depois do encerramento do programa.
Esse sentimento de pertencimento não é criado por uma única grande experiência. Ele é construído pela repetição dos encontros e pela continuidade das relações.
O virtual é fundamental para manter a proximidade, compartilhar conhecimento e conectar uma rede espalhada por diferentes lugares. Mas existem relações que ganham outra profundidade quando as pessoas dividem o mesmo espaço, retomam conversas e vivem experiências em conjunto.
Buscamos criar oportunidades para que elas se reconheçam como parte de uma mesma comunidade, e tenham vontade de continuar contribuindo para ela. Porque uma comunidade forte não é aquela que apenas se encontra. É aquela que, a cada encontro, fortalece os motivos para continuar unida.